Um paciente de 48 anos de idade, com doença
renal crônica, hipertensão arterial sistêmica e insuficiência
cardíaca, seguia em tratamento ambulatorial conservador,
sem necessidade de dialises prévias, em estágio III da
doença renal. Foi internado devido à congestão pulmonar
e à dispneia, após abuso de líquidos no final de semana.
Estava em uso domiciliar de carvedilol, espironolactona,
losartana e anlodipino. Recebeu, também, 40 mg de
furosemida EV, de 8 em 8 horas.