“Mesmo não sendo estabelecida distinção formal entre meninos e meninas, as pesquisas apontam que, na escola, há
reprodução e fortalecimento de modelos simbólicos e traços de gênero.”
(Pereira e Souza, 2011.)
É fundamental se pensar em práticas pedagógicas inclusivas nas aulas de educação física, em especial no que diz
respeito às questões de sexualidade e gênero, ou seja, aulas para meninos e aulas para meninas. NÃO se caracteriza
como um procedimento didático‐pedagógico correto para se trabalhar as questões de gênero nas aulas de educação
física: