"Para que te servem essas mãos que ardem e prendem? Para ficarmos de mãos dadas, pois preciso tanto, tanto, tanto – uivaram os lobos, e olharam intimidados as próprias garras antes de se aconchegarem um no outro para amar e dormir." LISPECTOR, C. Os desastres de Sofia. In "Felicidade Clandestina" Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
O termo destacado no fragmento do texto poderá ser substituido, sem que haja prejuízo de sentido, por