Um escolar apresentou início de quadro clínico com febre e
odinofagia, seguido de exantema, após 24 horas.
O exantema iniciou-se pelo pescoço e se disseminou para tronco
e extremidades, era difuso, composto de micropápulas,
eritematoso, com clareamento à digitopressão, sendo mais
acentuado nas dobras dos cotovelos, axilas e virilhas, e a pele
estava áspera. As bochechas do menino eram também
eritematosas, com palidez perioral. Após 3 a 4 dias o exantema
começou a desaparecer e foi seguido por descamação,
inicialmente na face, com progressão para o restante do corpo,
aparentado queimadura solar, sendo que nas margens das unhas,
nas palmas das mãos e nas solas dos pés a descamação era
laminar.
Ao exame físico na fase aguda, a orofaringe estava hiperemiada,
as amígdalas hipertrofiadas com exsudato purulento e a língua
tinha o aspecto de morango branco, posteriormente evoluindo
para aspecto de framboesa. Apresentava ainda adenomegalia
cervical anterior dolorosa. Vinha desde o início em uso de
dipirona para febre e foi medicado com penicilina bezatina no
segundo dia de evolução.
O diagnóstico mais provável é