A doença renal nos idosos cresceu dramaticamente nos
últimos 20 anos. Um número cada vez maior de
pacientes busca assistência clínica de nefrologistas,
notando-se melhora substancial na sobrevida dos
pacientes com comorbidades, tais como insuficiência
cardíaca congestiva, hipertensão arterial e doença
vascular aterosclerótica. Importante salientar que todas
essas doenças contribuem para a disfunção renal. Os
pacientes são frequentemente avaliados devido à perda
funcional do rim e à proteinúria. Isso posto, analise as
afirmações a seguir:
I.A lesão renal aguda (LRA) é definida como uma perda
súbita da filtração glomerular, comprometendo o
equilíbrio acidobásico e eletrolítico, o controle da pressão
arterial, o metabolismo de cálcio e fósforo e a
eritropoese, sendo acompanhada por aumento da ureia
e da creatinina, com uma redução do volume urinário.
II.A lesão renal crônica (LRC) no idoso pode
manifestar-se sem os sintomas clássicos de uremia em
decorrência do agravamento de enfermidades
preexistentes, tais como diabetes, hipertensão arterial,
glomerulonefrite crônica, aterosclerose isquêmica
renovascular, nefropatia obstrutiva, insuficiência cardíaca
congestiva, sangramento gastrintestinal e demência.
III.O distúrbio renal é aventado quando o ritmo de
filtração glomerular é menor do que 60 m?/min/1,73 m²
de área de superfície corporal na presença de dano
renal. A intensidade da LRC pode ser classificada de
acordo com o nível do ritmo de filtração glomerular.
IV.Com o número de pacientes idosos com LRC
aumenta, a importância do contínuo acompanhamento
clínico na pré-diálise também cresce proporcionalmente.
O encaminhamento antecipado ao nefrologista é
reconhecidamente eficaz no sentido de melhorar a
sobrevida de um paciente.
É correto o que se afirma em: