Sexo feminino, 30 anos, sem comorbidades, apresentou acidente vascular encefálico há um mês, sem déficits
neurológicos ao exame físico. Durante investigação ambulatorial, tomografia cervical, tomografia encefálica e
holter não mostraram alterações. Ecocardiograma transesofágico evidenciou persistência de forame oval pérvio
com diâmetro de 0,5 x 0,7 cm sem outras alterações. Qual a conduta mais adequada para prevenção de
recorrência de acidente vascular encefálico?