Segundo Gompertz (2023), Frida Kahlo é um ícone,
pois sua arte se conecta com as pessoas ao longo do
tempo e do espaço e suas obras têm uma ressonância
universal, embora não sejam tecnicamente brilhantes,
tampouco espantosamente belas; são mais como
poemas em forma pictóricas, feitos por uma artista que
desnuda a alma não com a caneta, mas com o pincel. Gompertz (2023) afirma, ainda, que a artista flerta com
o surrealismo e sua obra, rica em simbologias, era um
manifesto sobre a independência e a cultura do México,
como a própria artista defendia. Para Gompertz, é
simplista dizer que a dor física era tema constante de
sua obra e para compreendê-la é importante ter em
mente que sua obra é fundamentalmente constituída
pelos seguintes elementos da linguagem: