A Semana de Arte Moderna de 1922 representa para a
evolução artística brasileira um verdadeiro “divisor de
águas”. Ocorrida no ano do Centenário da Independência
do Brasil, a Semana difunde a ideia de renovação que,
embora já tenha ocorrido anteriormente de maneira
isolada, não está consolidada num movimento
organizado. Mário de Andrade enfatiza que o artista
brasileiro passa a ter “diante de si uma verdade social,
uma liberdade (infelizmente, só estética), uma
independência, um direito a suas pesquisas conquistadas
pelos modernistas da Semana".