No Brasil, a política educacional de inclusão encontra-se fundamentada em diversos documentos, a exemplo da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), a Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008) e a Lei Brasileira de Inclusão (2015), além da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) e da Constituição Federal (1988).
Com relação à inclusão escolar e a atuação da Psicopedagogia, é CORRETO considerar que:
A Com base nos estudos sobre processo de Inclusão educacional, o(a) psicopedagogo(a) dispensa estratégias relacionadas à adequação e adaptação do material a ser utilizado nas aulas, qualquer adaptação curricular e avaliativa para que todos tenham o mesmo acesso aos conteúdos.
B Como todos os estudantes têm direito ao acesso à educação de maneira igualitária e democrática, as políticas de inclusão escolar desaconselham que o(a) psicopedagogo(a) contribuam com a adaptação curricular, assim, os professores podem alterar suas estratégias, recursos materiais e procedimentos.
C Os recursos e estratégias necessitam ter a orientação e a participação de profissionais especializados na inclusão dos alunos público-alvo da Educação Especial. Desta maneira, o(a) psicopedagogo(a) revoga que um aluno com deficiência tem direito a um professor de apoio para acompanhar o processo de ensino e aprendizagem.
D Como demanda psicopedagógica, a inclusão e a multiplicidade de elementos, a serem considerados no processo de ensino, ainda é uma área recente para a psicopedagogia. Por tais motivos, impossibilitam a atuação desse profissional na formação de professores, na organização dos recursos, na flexibilização do currículo e da avaliação.
E Na perspectiva de uma abordagem inclusiva do fenômeno educativo, o(a) psicopedagogo(a) deve entender a necessidade de uma postura didático-pedagógica alicerçada pelo acolhimento, que evoque a legitimidade humana, celebrando as diferenças que caracterizam as pessoas, haja vista que cada um carrega sua história.