O pensamento racionalista formal, predominante no
capitalismo monopolista, mantém-se irredutível em aceitar a
unidade teoria/prática. Tal recusa é de cunho conservador e
tem como pano de fundo as falsas representações produzidas
pela classe dominante. Neste sentido, os parâmetros das
formas de pensar da burguesia são repassados para as
teorias, ocasionando