Uma paciente de 45 anos submetida a transplante
pulmonar bilateral por bronquiectasias associadas à
fibrose cística começa a apresentar dispneia
progressiva, sibilos e obstrução ao fluxo aéreo dois
anos após o procedimento. A espirometria realizada
há uma semana revela uma redução significativa do
VEF1 em relação ao melhor valor pós-transplante.
Uma biópsia transbrônquica descarta rejeição celular
aguda. Qual é o diagnóstico mais provável, e qual
seria o principal mecanismo fisiopatológico
subjacente?