A noção de interseccionalidade tem sido entendida como instrumento analítico-político
importante para reconhecer entrecruzamentos entre marcadores sociais das diferenças.
Os espaços e tempos pedagógicos da Educação Física já foram historicamente
marcados por tais marcadores que, em alguma medida, (re)produziram formas de
opressão, violência ou exclusão. Pensando no ensino das lutas e considerando que o
professor de Educação Física tenha por intenção tensionar elementos da
interseccionalidade para promover aulas com mais justiça social, a habilidade, abordada
na BNCC (Brasil, 2018), que melhor aborda os marcadores sociais das diferenças, é a de