Uma das conceituações correntes quanto ao processo decisório classifica os tipos de decisões como programadas e não
programadas, tomando como fator principal de diferenciação entre ambas e elemento fundamental para escolha do tipo mais
adequado à cada situação posta
A a natureza do problema, cabendo decisões programadas para aqueles afetos a questões de alta complexidade e as não
programadas para problemas de menor impacto na organização.
B a viabilidade de atuação preventiva nas causas de um potencial problema, evitando a sua materialização, ou, ao contrário,
a necessidade de atuar já a partir de um problema instalado.
C o estágio de capacitação do gestor encarregado da solução do problema, com expertise para uma solução satisfatória, ou,
ao contrário, o caráter precário da decisão e a permanência total ou parcial do problema.
D a urgência ou premência na tomada de decisão, sem possibilidade de postergação, ou, ao contrário, a conveniência do
diferimento dessa decisão.
E a possibilidade de adoção de soluções já disponíveis no acervo da organização ou, ao contrário, a inviabilidade do uso de
soluções padronizadas em face do ineditismo ou peculiaridade do problema.