Segundo as pesquisadoras Maria Heloísa Ferraz
e Maria Fusari, no livro Metodologia do Ensino
de Arte, as correlações dos movimentos
culturais com a arte e com a educação em arte
não acontecem no vazio, nem desenraizadas das
práticas sociais vividas pela sociedade como
um todo. As mudanças que ocorrem são
caracterizadas pela dinâmica social que
interfere, modificando ou conservando as
práticas vigentes.
Entre as relevantes interferências sociais e
culturais que marcam o ensino e aprendizagem
artísticos brasileiros ao longo do tempo,
podemos citar corretamente:
I- os princípios do liberalismo (ênfase na
liberdade e aptidões individuais) e o
positivismo (valorização do racionalismo e
exatidão científica);
II- a discussão e a luta para a inclusão da
obrigatoriedade de Arte na escola e redação da
Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, após a Constituição Brasileira de
1988;
III- as concepções estéticas tradicionais e
tecnicistas da arte e do ensino da arte que se
mantiveram nas perspectivas educacionais
contemporâneas em paralelo com as novas
teorias educacionais;
IV- o caos, os conflitos, os tecnicismos e a
dependência cultural delineados no ensino de
arte após a implantação da Educação Artística
nas escolas brasileiras na década de 70 (Lei de
Diretrizes e Bases 5692/71).
A alternativa que apresenta as opções corretas é: