Leia o texto a seguir.
Nem o imperialismo, nem o colonialismo é um simples ato de
acumulação e aquisição. Ambos são sustentados e talvez
impelidos por potentes formações ideológicas que incluem a
noção de que certos territórios e povos precisam e imploram
pela dominação, bem como formas de conhecimento filiadas à
dominação: o vocabulário da cultura imperial oitocentista
clássica está repleto de palavras e conceitos como “raças
servis” ou “inferiores”, “povos subordinados”, “dependência”,
“expansão” e “autoridade”.
SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998, p. 40.
O trecho acima destaca o papel das ideologias na
legitimação do imperialismo do colonialismo. Considerando
a leitura pós-colonialista presente no trecho acima, tais
ideologias replicam: