O antigo imaginário referente à dupla “a bela e a fera” foi
inúmeras vezes utilizado para distinguir o feminino do masculino. Mas, a partir dos anos 1970, uma nova organização
da virilidade transformou parte da graça feminina em sensibilidade masculina. Ao mesmo tempo, a suposta ferocidade
dos homens deixou de ser vista como um atributo exclusivo
a seu sexo.
(Denise Bernuzzi de Sant’Anna. História da beleza no Brasil, 2014.)
As mudanças apresentadas no excerto estão associadas,
entre outros fatores,