O planejamento de um ambiente, independente da esfera da vida social a que esteja relacionado, exige que o responsável pela ação
pense não somente na divisão do espaço e na função a que ele se destina, mas também na disposição dos móveis, os significados que
os designs transmitirão aos usuários, visando despertar-lhes “[...] comportamentos específicos, distintas ações e diferentes atitudes.”
(Guerra, 2007). Afinal, nas palavras de Penin (1997, p. 20), “[...] os ambientes são cuidadosamente planejados para invocar sensações e
convocar as ações que de fato provocam”. Em se tratando do ambiente escolar, foi institucionalizado para ser reconhecido como o
espaço do conhecimento, lugar em que os saberes historicamente acumulados são “transmitidos”, compartilhados, sistematizados e
(re)significados, uma vez que sob a perspectiva da ciência não existe verdade intocável. Enfim, a escola é o espaço destinado ao
desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. Considerando a organização do espaço que expresse o trabalho proposto
nos Parâmetros Curriculares Nacionais(PCNs), está INCOERENTE com tais propostas o que se afirma em: