Becker (2012) retoma os resultados de suas pesquisas
sobre as concepções epistemológicas dos docentes com
o objetivo de compreender o paradoxo entre uma práxis
fundamentada na construção do conhecimento e na
atuação pedagógica crítica, e a prática de um professor
“epistemologicamente ingênuo”. Entre esses resultados
– obtidos junto a docentes de matemática – está a constatação de que professores que se guiam por uma epistemologia apriorista permanecem