“Os drones podem ser agora tão
minúsculos quanto um beija-flor, porém, o néctar
que procuram é cada vez mais composto de
imagens de alta resolução das pessoas que
encontra em seu caminho. De qualquer forma,
contudo, por que se preocupariam? Afinal, o
anonimato já está em processo de auto-erosão no
Facebook e em outras mídias sociais. O privado é
público, é algo a ser celebrado e consumido tanto
por incontáveis “amigos” quanto por “usuários”
casuais.”
BAUMAN, Zygmunt – Vigilância Líquida, Rio de Janeiro: Zahar,
2013, p. 15
A partir do pensamento acima pode-se afirmar
que a vigilância líquida marca o momento
contemporâneo: