Doença Inflamatória Pélvica Aguda e
Tuberculose Genital
Uma paciente de 29 anos em Queimadas, PB, com
histórico de múltiplos parceiros sexuais, apresenta
febre, dor pélvica intensa e corrimento purulento. O
exame físico revela sinais de peritonite e a
ultrassonografia transvaginal sugere abscesso tubo ovariano. Suspeita-se de doença inflamatória pélvica
(DIP), e o tratamento deve ser iniciado imediatamente.
Qual é a conduta terapêutica mais adequada para essa
paciente, considerando a gravidade do quadro e a
possibilidade de complicações?
1. Iniciar antibioticoterapia de amplo espectro, incluindo
ceftriaxona, doxiciclina e metronidazol, por via
intravenosa.
2. Realizar drenagem cirúrgica do abscesso tubo ovariano, se não houver melhora clínica após 48 horas
de tratamento.
3. Encaminhar a paciente para laparoscopia
exploratória caso a resposta ao tratamento clínico seja
inadequada.
4. Prescrever a adição de rifampicina ao regime
antibiótico, caso haja suspeita de tuberculose genital
concomitante, mesmo antes de confirmação
laboratorial para evitar agravamentos.
5. Acompanhamento ambulatorial com
antibioticoterapia oral após estabilização clínica e alta
hospitalar.
Alternativas: