Neumann e Ribeiro (2020) constatam que o Brasil tem
sido um país com enormes problemas sociais e, por isso,
falar de altas habilidades/superdotação (AH/SD) soa controverso, porque é como se houvesse temas mais urgentes a serem tratados a partir da crença de que pessoas
inteligentes não precisam de alguma atenção ou ajuda.
Da crença na superioridade dos inteligentes, há diversas
consequências prejudiciais à identificação, à avaliação e
ao atendimento de pessoas superdotadas.
Elas defendem que, nesse contexto, e dentro dos fatores
sociais e culturais, é fundamental considerar