“
Sem fontes históricas não é possível fazer história. Sem fontes históricas também não é possível ensinar História, se pretendemos efetuar um ensino ativo, inteligível e capaz de desenvolver capacidades e competências .”
(Proença, Maria Cândida)
“Acumular, guardar e selecionar documentos não é privilégio apenas de pessoas ilustres. ”
(Germinari, Geyso Dongley)
Sobre os novos desafios enfrentados pelo Historiador e pelo Professor de História na atualidade, é possível concluir:
A A partir do final do século XIX e, principalmente no século XX, o desenvolvimento e a expansão de novas linguagens culturais, como a fotografia, a televisão e a informática desafiaram e continuam desafiando esses profissionais a compreender, incorporar e perceber legitimadas essas novas linguagens como fonte para o estudo e a reconstrução do passado e também como parte do processo histórico em construção.
B Para a consolidação do uso de imagens como fotografias e filmes, o Historiador e o Professor de História dispensam as novas interpretações dos documentos, pois são carregadas de intenção e não podem ser consideradas fontes históricas oficiais.
C A partir do século XX, a divulgação sistemática de determinadas imagens pelos veículos de comunicação, contribuiu para que o passado fosse considerado morto, causando um grande transtorno para o trabalho do Historiador e para o Professor de História, por isso, atualmente eles só utilizam os documentos escritos oficiais.
D O uso das novas linguagens (fotografias, televisão e informática) como recurso didático serve apenas para abrilhantar o resultado do trabalho do Historiador e do Professor de História, mas não servem como fontes históricas por não possuírem o caráter de documento.
E Os profissionais citados no enunciado (Historiador e Professor de História) já possuíam objetos específicos para os seus estudos, sendo as novas linguagens (fotografias, televisão e informática) utilizadas para ilustrar esporadicamente o trabalho histórico em construção.