Da produção intelectual, no campo da historiografia, no
século XX, um importante parcela do que existe de mais
inovador, notável e significativo, surgiu:
A em vários países europeus, destacando-se os
historiadores franceses e italianos como Georges
Duby, Roger Chartier e Cario Ginzburg. Inicialmente,
um empreendimento de poucos, mas que, a partir de
meados do século XX, ganha muitos adeptos que
propõem uma escrita da história indiferente à história
política.
B na
França "La nouvelle histoire", como é
frequentemente chamada, e uma boa parte dessa
nova história é produto de um pequeno grupo
vinculado à revista ou como hoje é conceituada como
um movimento dos Annales, que reuniu vários
historiadores, dentre os quais, inicialmente, Lucien
Febvre, Marc Bloch, Fernand Braudel.
C nos Estados Unidos, capitaneada por Natalie Davis e
Alan Baker, que propõem uma reescrita da história
narrativa que até então destaca os vultos nacionais
da
história
norte-americana
para
uma
história-problema, em que novos sujeitos deveriam
ser incluídos: os indígenas e os africanos.
D em
países
europeus
de
grande
tradição
historiográfica e nos Estados Unidos, logo após o
término da Segunda Guerra Mundial, quando novas
interpretações do fazer história surgem, retornando a
História para fatos políticos.