Segundo o Plano de ações estratégicas para o
enfrentamento das doenças crônicas e agravos não
transmissíveis (DCNT) no Brasil 2021-2030 (Ministério da
Saúde, 2021), as metas estabelecidas para os fatores de
risco para as DCNT no Brasil, até 2030, são reduzir
A em 1/3 a taxa padronizada de mortalidade prematura (30
a 69 anos) por DCNT, reduzir em 1/3 a probabilidade
incondicional de morte prematura (30 a 69 anos) por
DCNT, reduzir a mortalidade prematura (30 a 69 anos)
por câncer de mama em 10%, reduzir a mortalidade
prematura (30 a 69 anos) por câncer de colo do útero
em 20% e reduzir a mortalidade prematura (30 a 69
anos) por câncer do aparelho digestivo em 10%.
B a prevalência de obesidade em crianças e adolescentes
em 2%, deter o crescimento da obesidade em adultos,
aumentar a prevalência da prática de atividade física no
tempo livre em 30%, aumentar o consumo recomendado
de frutas e de hortaliças em 30%, reduzir o consumo de
alimentos ultraprocessados, reduzir em 30% o consumo
regular de bebidas adoçadas, reduzir o consumo
abusivo de bebidas alcoólicas em 10%, reduzir a
prevalência de tabagismo em 40%, reduzir a
mortalidade por DCNT atribuída à poluição atmosférica
e atingir 90% de cobertura vacinal contra o HPV.
C em 1/4 a taxa padronizada de mortalidade prematura (30
a 69 anos) por DCNT, reduzir em 1/4 a probabilidade
incondicional de morte prematura (30 a 69 anos) por
DCNT, reduzir a mortalidade prematura (30 a 69 anos)
por câncer de mama em 5%, reduzir a mortalidade
prematura (30 a 69 anos) por câncer de colo do útero
em 10% e reduzir a mortalidade prematura (30 a 69
anos) por câncer do aparelho digestivo em 5%.
D a prevalência de obesidade em crianças e adolescentes
em 1%, deter o crescimento da obesidade em adultos,
aumentar a prevalência da prática de atividade física no
tempo livre em 20%, aumentar o consumo recomendado
de frutas e de hortaliças em 20%, reduzir o consumo de
alimentos ultraprocessados, reduzir em 20% o consumo
regular de bebidas adoçadas, reduzir o consumo
abusivo de bebidas alcoólicas em 5%.reduzir a
prevalência de tabagismo em 30%, reduzir a
mortalidade por DCNT atribuída à poluição atmosférica
e atingir 80% de cobertura vacinal contra o HPV.