No texto das autoras Elaine Behring, Cislaghi e
Souza (2020) destacam que o que estamos vivendo
atualmente “não é mais do mesmo” nos últimos anos.
Para as estudiosas estamos diante do momento mais
dramático para os trabalhadores(as) desta saga
ortodoxa e destrutiva: o ultraneoliberalismo. Acerca
do ultraneoliberalismo assinale a assertiva correta:
A No texto as autoras trazem um apanhado histórico,
demonstrando como o cenário mudou e o neoliberalismo
mesmo com a pandemia do COVID-19 não houve recuo da
agenda comunista governamental, pelo contrário, ela
“desnudou” sua agressividade. As autoras destacam que
compreendem o termo “ultraneoliberal” como o
processo mais recente forma do neoliberalismo, que não se resume ao Brasil, pois pode ser observada em vários países
no mundo. A maioria dos autores do campo crítico,
adotando ou não esse termo, concordam que o
neoliberalismo sofre uma inflexão que aprofunda seus
pressupostos, como consequência da crise financeira de
2010.
B No texto em linhas gerais as autoras, trazem um
apanhado histórico, demonstrando como o cenário mudou
e mesmo com a pandemia do COVID-19 não houve recuo
da agenda ultraneoliberal, pelo contrário, ela “desnudou”
sua agressividade. As autoras destacam que compreendem
o termo “ultraneoliberal” como o processo mais recente
forma do neoliberalismo, que não se resume ao Brasil, pois
pode ser observada em vários países no mundo. A maioria
dos autores do campo crítico, adotando ou não esse termo,
concordam que o neoliberalismo sofre uma inflexão que
aprofunda seus pressupostos, como consequência da crise
financeira de 2008.
C No texto as autoras trazem um apanhado histórico,
demonstrando como o cenário mudou e mesmo com a
pandemia do COVID-19 não houve recuo da agenda
bolsonarista governamental, pelo contrário, ela
“desnudou” sua agressividade. As autoras destacam que
compreendem o termo “ultraneoliberal” como o processo
mais recente forma do neoliberalismo, que apesar de se
resumir ao cenário Brasileiro, também é observado em
vários países no mundo. A maioria dos autores do campo
crítico, adotando ou não esse termo, concordam que o
neoliberalismo sofre uma inflexão que aprofunda seus
pressupostos, como consequência da crise financeira de
2011.
D No texto as autoras trazem um apanhado histórico,
demonstrando como o cenário mudou e mesmo com a
pandemia do COVID-19 não houve recuo da agenda
ultraneoliberal, pelo contrário, ela “desnudou” sua
agressividade. As autoras destacam que compreendem o
termo “ultraneoliberal” como o processo antigo, que se
resume ao Brasil e ao movimento bolsonarista. A
maioria dos autores do campo crítico, adotando ou não
esse termo, concordam que o neoliberalismo sofre uma
inflexão que aprofunda seus pressupostos, como
consequência da crise financeira de 2019.