“(...)Avaliação de seu sentido tradicional de prática localizada
em um dado momento do processo educacional e, ainda, de
verificação de desempenho, classificação e controle do outro
tomado em sua singularidade, para pensá-la como processo
inerente à tessitura e partilha dessas redes de conhecimentos,
sem uma permanente investigação sobre as práticas cotidianas.
Como defende Esteban (1999), seguindo a avaliação tradicional
temos como consequência, encontrar no sujeito a: