Sobre a metafísica aristotélica, Maria Lúcia de Arruda
Aranha e Maria Helena Pires Martins, em seu livro Filosofando: introdução à Filosofia, afirmam: “Toda a estrutura teórica da filosofia aristotélica desemboca no divino,
numa teologia. A descrição das relações entre as coisas
leva ao reconhecimento da existência de um ser superior
e necessário (...). Porque, se as coisas são contingentes
(...), é preciso concluir que são produzidas por causas
exteriores a elas”.
Segundo Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena
Pires Martins, a estratégia aristotélica para evitar a regressão infinita fundamenta-se