Apesar de a varíola transmitida pelo vírus Monkeypox ser
considerada uma doença autolimitada, que geralmente se cura
sozinha, em alguns casos pode haver a necessidade de um
tratamento medicamentoso específico, sobretudo entre pessoas
imunossuprimidas, segundo especialistas e órgãos
governamentais de saúde. Já são mais de 1.000 casos
confirmados da doença fora da África, onde ela é endêmica, que
vem se espalhando pelo mundo nas últimas semanas, segundo a
Organização Mundial da Saúde (OMS).
Por isso, ao aparecer os primeiros sintomas, mesmo que
suspeitos, é importante procurar atendimento médico para
prescrição da melhor conduta, afirma a diretora do Laboratório de
Virologia do Instituto Butantan, Viviane Botosso.
“Se a pessoa já começou a desenvolver os primeiros
sintomas, o ideal é procurar um serviço médico, para um
diagnóstico assertivo diferenciando de outras doenças que
podem ser clinicamente semelhantes e podem confundir. Em
caso confirmado, é necessário isolar o paciente e iniciar o
tratamento preconizado”, diz Viviane.
Os principais sintomas atribuídos ao Monkeypox são febre,
dores no corpo e na cabeça, calafrios e exaustão, que podem
durar em média três dias. Eles são seguidos de lesões na pele
que evoluem em cinco estágios, conhecidos como mácula,
pápulas, vesículas, pústulas e finalmente crostas, estágio final
quando caem. É principalmente o contato com elas que causa a
transmissão do vírus para outras pessoas.
Disponível em:< https://butantan.gov.br/noticias/o-que-e-recomendado-e-o-que-deve-ser-descartadono-tratamento-da-variola-causada-pelo-monkeypox>. Acesso em: 27. ago. 2022.
Sobre o texto em tela, é correto afirmar que, do ponto de vista
argumentativo,