Ao se preparar para o concurso de Diretor de escola pública municipal, Clarice leu o livro “Formação continuada
de professores” (IMBERNÓN, 2010), o qual apresenta
um conjunto de ideias e propostas globais que pretendem
melhorar a formação continuada de professores, fazendo
com que ela “abandone o individualismo docente a fim de
chegar ao trabalho colaborativo” e, também, imprimindo
a ela uma lógica diferente da atual que visa “atualizar e
culturalizar” os professores em “conhecimentos de qualquer denominação ou tipologia”.
De acordo com Imbernón, “a formação continuada deve
possibilitar o desenvolvimento coletivo de processos autônomos no trabalho docente, o compartilhamento de
processos metodológicos e de gestão, a aceitação da
indeterminação técnica, uma maior importância ao desenvolvimento pessoal, a potencialização da autoestima
coletiva e a criação e o desenvolvimento de novas estruturas”. Segundo o autor, pouco a pouco foi surgindo a
consciência sobre o papel que o formador deve assumir
e sobre um modelo de formação a implementar, ou seja,
o formador