Grande parte das discussões políticas sobre políticas de inclusão escolar giram em torno das vantagens e desvantagens de
reunir, em classes comuns, os “normais” com as pessoas com
deficiência. Assim, logo se faz um desdobramento do segundo
elemento pois, se os normais tendem a se concentrar em um
tipo único, cujo limite é o mesmo, as pessoas com deficiência são
multiplicadas em uma infinidade de tipos e subtipos. É possível
afirmar que, quando tais políticas se pautam em discussões
como essa,