Leia o excerto a seguir.
Fizemos um estudo da motivação da criança não reprimida [...]. Nossa tarefa era preservá-la, fortificando a
criança contra o desânimo. Introduzimos o desânimo tão
cuidadosamente quanto introduzimos qualquer situação
emocional, iniciando ao redor dos seis meses. Alguns
dos brinquedos, em nossos cubículos com ar condicionado, são projetados para criar perseverança. Um trecho
de uma melodia de uma caixa de música, ou um padrão
de luzes faiscantes, é arranjado de maneira a seguir uma
resposta apropriada, digamos, apertar uma campainha.
Mais tarde, a campainha deverá ser apertada duas vezes.
É possível construir um comportamento fantasticamente
perseverante sem mostrar frustração ou raiva. Pode não
o surpreender saber que alguns dos nossos experimentos falharam: a resistência ao desânimo tornou-se quase
estúpida ou patológica. Corre-se alguns riscos em trabalhos desse tipo, é claro. Felizmente, podemos reverter o
processo e restaurar a criança ao nível satisfatório.
O excerto corresponde a uma citação utilizada por Davis
e Oliveira (1994) para ilustrar uma perspectiva específica
de desenvolvimento. Trata-se da concepção