Berger & Luckmann, sob a ótica da Sociologia do Conhecimento,
definem a socialização como “a ampla e consistente introdução
de um indivíduo no mundo objetivo de uma sociedade ou de um
setor dela”. Definem, ainda, a socialização primária como “a
primeira socialização que o indivíduo experimenta na infância, e
em virtude da qual torna-se membro da sociedade”; e socialização secundária como “qualquer processo subsequente que introduz o indivíduo já socializado em novos setores do mundo
objetivo de sua sociedade”.
(BERGER, P. & LUCKMANN, T, 1976.)
Família e escola – nas sociedades que assim as determinam
– acabam sendo as grandes agências socializadoras, respectivamente, da socialização primária e da socialização secundária, sendo que: