A atuação do psicopedagogo e as suas contribuições para o processo de avaliação englobam o ser cognoscente (o educando)
e a instituição formal de ensino (a escola), dentro do contexto psicopedagógico educacional. Na visão de Luckesi (2003), a
avaliação é uma ferramenta da qual o ser humano não se livra. Ela faz parte de seu modo de agir e, por isso, é necessário que
seja usada da melhor forma possível. Segundo Perrenoud (1999), nossas práticas de avaliação são atravessadas por duas
lógicas não necessariamente excludentes: a formativa e a somativa. Considerando a prática da avaliação formativa, é correto
afirmar que: