Durante uma intervenção social em
Queimadas-PB, um grupo de adolescentes começou a
apresentar conflitos internos que ameaçam o
andamento do projeto. Para lidar com esses desafios,
os educadores sociais precisam avaliar os processos
grupais e ajustar suas estratégias de intervenção.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A avaliação dos processos grupais deve focar tanto
nas interações entre os participantes quanto na
evolução individual de cada membro dentro do grupo,
mas as interações coletivas têm prioridade sobre a
observação de progressos individuais, que podem ser
negligenciados.
2. A dinâmica de poder e a distribuição de papéis no
grupo são fatores críticos que devem ser observados
para entender a origem dos conflitos e promover
ajustes na liderança, sendo essencial adaptar essas
dinâmicas conforme as necessidades dos membros do
grupo.
3. A avaliação de processos grupais deve ser feita
preferencialmente por observadores externos, já que a
imparcialidade só pode ser garantida por aqueles que
não têm vínculo direto com os participantes,
minimizando vieses dos educadores sociais.
4. A coesão grupal é um indicador de sucesso da
intervenção social, mas deve ser balanceada com a
autonomia dos participantes e o respeito às diferenças
individuais, evitando que a busca pela coesão suprima
a diversidade de opiniões e posturas.
5. A aplicação de técnicas de mediação de conflitos
pode ser necessária para resolver tensões internas,
garantindo que todos os membros do grupo sejam
ouvidos e respeitados, além de estimular a participação
ativa de cada participante no processo.
Alternativas: