Leia o texto a seguir:
O problema, em termos do processo de ensino-
-aprendizagem, é que o abandono da diacronia, da ideia
de processo, pode transformar o conhecimento histórico
numa sabedoria de almanaque mal digerida, em que
acontecimentos, instituições e movimentos ocorrem do
nada para o nada. Será que é isso o que mais nos interessa com relação à disciplina História? Misturar Galileu
e Einstein ou Espártaco e Zumbi como se fossem contemporâneos prontos a dialogar pode desistoricizar suas
práticas e formas de pensamento se não estivermos muito atentos.
(Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky, “Por uma história prazerosa
e consequente”. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:
conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
O texto faz uma crítica ao ensino de História que se propõe a trabalhar com