Mulher, 65 anos, hipertensa, diabética e tabagista inveterada com carga tabágica
de 50 maços-ano, com história de 1 exacerbação há 15 meses sem necessidade
de internação, comparece ao consultório relatando dispneia ao acompanhar colegas de mesma idade e traz espirometria solicitada em última consulta com os seguintes achados principais.
Espirometria:
● VEF1/CVF pós broncodilatador: 0,63
● VEF1 pós broncodilatador de 65% do previsto
De acordo com a Global Initiative for Chronic Obstructive Lung Disease, em sua
publicação mais recente (2023), qual a classificação desta paciente?