“A prática de leitura de textos deve fazer parte de todas as
disciplinas que compõem o currículo escolar”, afirma Maria
do Rosário Mortatti Magnani, em Leitura, literatura e
escola: sobre a formação do gosto (2001).
A autora observa que certos “artifícios” dos livros didáticos,
embora mantenham o aluno ocupado, “não propiciam uma
visão de totalidade” e não garantem “uma leitura crítica e
transformadora da realidade”.
Na área da língua portuguesa, dentre tais “artifícios” a
serem evitados pelos livros didáticos, seguindo o raciocínio
da autora, identifica-se: