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O Texto 4 é um artigo de opinião redigido pela jornalista Vivian Me...

📅 2025🏢 IV - UFG🎯 Prefeitura de Flores de Goiás - GO📚 Língua Portuguesa
#Análise Textual

Esta questão foi aplicada no ano de 2025 pela banca IV - UFG no concurso para Prefeitura de Flores de Goiás - GO. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Análise Textual.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 4 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

1

457941201546729
Ano: 2025Banca: IV - UFGOrganização: Prefeitura de Flores de Goiás - GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual
Texto associado

Leia o Texto 4 para responder às questão.


Texto 4


A vida presta, e muito!


Quem resiste e enfrenta a violência no cotidiano são as mulheres e mães


Vivian Mesquita, Colunista ICL


Fernandinha Torres, uau!

A alegria que tomou o Brasil ao celebrar o Globo de Ouro da atriz se compara à Copa do Mundo de Futebol, final do Brasileirão e à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. A arte brasileira presta, e muito!

Mais de 3 milhões de pessoas assistiram, até janeiro, ao filme que consagrou Fernanda Torres como melhor atriz em filme dramático na premiação. “Ainda estou aqui” é uma obra extraordinária do cinema nacional. Narra um dos episódios mais tristes da ditadura no Brasil e é também um retrato da resistência feminina.

Em entrevista esta semana ao N2, a filha mais velha do casal Eunice e Rubens Paiva, Vera Paiva, lembra que quem resiste e enfrenta a violência no cotidiano são as mães. As mães da Praça de Maio, na Argentina, as Mães de Maio, de Acari, e de Paraisópolis, no Brasil.

“Minha mãe segurou firme como mãe e como mulher e o Marcelo (Paiva, irmão de Vera) fez uma homenagem justa para as mulheres latino-americanas, que é quem segura essa onda, quem de fato refaz o traçado para manter a família junta e a resistência do cotidiano a essa violência do Estado”, disse Vera Paiva.

As Mães da Praça de Maio a que Vera se refere foi o movimento que começou em 1977, na Argentina, quando 14 mulheres se reuniram na Praça de Maio, em Buenos Aires, para protestar pela falta de informações sobre seus filhos desaparecidos na ditadura do regime militar. As mulheres vestiam lenços brancos na cabeça e três delas chegaram a desaparecer, perseguidas pelo regime.

No Brasil, o movimento das Mães de Maio representa as vítimas do massacre que tirou a vida de centenas de civis em São Paulo — a maioria sem passagem pela polícia –, numa ação da polícia em retaliação a um ataque a policiais feito pelo PCC em 2006. Até hoje não se sabe ao certo o número exato de mortos na operação.

O movimento Mães de Acari completou 34 anos em 2024. Ele representa a luta de mães e familiares dos 11 adolescentes executados por um grupo de extermínio composto por policiais militares de Magé, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

Já o massacre de Paraisópolis completou cinco anos em primeiro de dezembro do ano passado, sem a definição de uma pena para os responsáveis pela morte de 9 jovens.

[...]

Quando eu revejo a cena da atriz britânica Tilda Swinton aplaudindo de pé e celebrando a vitória de Fernanda Torres na mesma categoria em que ela também estava disputando o prêmio, eu penso que sim, a vida ainda vale a pena para nós, mulheres.


Disponível em: <https://iclnoticias.com.br/a-vida-presta-e-muito/>. Acesso

em: 12 jan. 2025.

O Texto 4 é um artigo de opinião redigido pela jornalista Vivian Mesquita sobre o Globo de Ouro recebido pela atriz Fernanda Torres. Para reforçar a sua opinião de que quem resiste e enfrenta a violência no cotidiano são as mulheres e mães, anunciada no subtítulo do texto, a jornalista faz uso de
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