Hoffmann (2001) afirma que as discussões sobre avaliação focalizam uma pequena parte do processo.
Compara as discussões a um grande iceberg, cuja ponta
(fora da água) são os aspectos mais burocráticos, o que
chama de registros de avaliação. A autora identifica que,
ao centrar a discussão da avaliação em instrumentos e
metodologias, deixa-se de refletir sobre concepções de
educação e sociedade, como princípios políticos, éticos
e estéticos, contexto sociocultural e