Uma entidade pública definiu como uma das prioridades de seu
planejamento estratégico a organização do controle patrimonial,
uma vez que diversos itens não estavam registrados e outros
contavam com registros incompletos ou com valores não
representativos. A ideia inicial era que todos os itens tivessem
registros revisados ou regularizados, considerando bases de
mensuração específicas para a entidade.
Porém, em decorrência de falta de dados que atendessem a essas
bases, alguns itens do ativo precisaram ser mensurados pelo: