(…) a concepção de criança como sujeito histórico, social, produtor de cultura, ativo e criativo, cujo desenvolvimento se dá de
forma indivisível, não pode ser vista apenas como um corpo que precisa de cuidado, tampouco como uma mente sem corpo ou
uma inteligência que aprende num corpo ao qual não se dê atenção. O argumento é, pois, da coerência das ações de educação
infantil, que sejam respeitosas da unidade da criança.
(Nunes, 2011.)
Sobre o exposto, pode-se afirmar que o surgimento da concepção de infância se efetivou a partir