A Prefeitura de São Paulo está, hipoteticamente, avaliando a implementação de blockchain para aprimorar a segurança e a rastreabilidade dos dados gerados por sistemas de monitoramento urbano, incluindo imagens de câmeras, registros de acesso e relatórios automatizados. Ao estudar a tecnologia, uma Analista afirmou, com propriedade, que o blockchain
A deve ser configurado para armazenar dados em um único servidor dedicado, o que melhora o desempenho de leitura e registro e garante maior escalabilidade na gestão de dados sensíveis. Além disso, a supervisão de autoridades certificadas
para validar e manter 05 dados reduz a vulnerabilidade a ataques de hackers e falhas de segurança, fator crucial para 05
serviços prestados pela Prefeitura.
B pode ser usado para registrar metadados de monitoramento, garantindo a imutabilidade e a rastreabilidade das informações. Como cada transação é registrada em um ledger compartilhado e verificável, a Prefeitura e as autoridades podem
rastrear o histórico dos dados, garantindo a prestação de contas e a conformidade com as políticas de segurança e privacidade. Os dados brutos podem ser armazenados em sistemas complementares, como o HDFS.
C registra cada transação, formada por etherbits, em um bloco, incluindo detalhes de quem enviou, quem recebeu e o volume transferido. Isso o torna muito adequado para armazenar grandes volumes de dados brutos da Prefeitura, como vídeos
de monitoramento em alta resolução.
D tem sua segurança baseada fortemente na criptografia, uma vez que 6 consenso descentralizado tem impacto menor na
proteção contra fraudes ou manipulações de dados. Diferentes mecanismos de criptografia avançada, como Proof of Work
(PoW) e Proof of Stake (PoS), garantem que as chaves públicas e privadas permaneçam seguras e que as transações
sejam validadas de forma justa.
E consegue realizar cálculos preditivos de tráfego de uma grande cidade como São Paulo, utilizando algoritmos de machine
leaming nativos embutidos na cadeia de blocos. Esses algoritmos, distribuídos por máquinas denominadas nós, verificam
se a transação é válida antes de adicioná-la à cadeia de blocos e esta ao ledger.