Em sua obra Argumentação: a ferramenta do filosofar,
Juvenal Savian Filho analisa diferentes formas de
raciocínio; entre elas, a seguinte: “(...) guiando-nos pela
sensibilidade para com certos sinais aparentemente não
relacionados, chegamos a conclusões que fazem sentido, por exemplo, como age um detetive ou como age
o cientista no momento em que ‘cria’ novas hipóteses”.
A forma de raciocínio apresentada por Juvenal Savian
Filho, no excerto, refere-se ao raciocínio