Paciente masculino de 52 anos, portador de DPOC em
tratamento há 2 anos com vilanterol-umeclidínio, vinha
mantendo dispneia habitual mMRC 1. Fez uso de amoxacilina-clavulanato para uma exacerbação da doença
há aproximadamente 8 meses, mas sem necessidade
de internação hospitalar. Paciente também é hipertenso
em uso de losartana, dislipidêmico em uso de rosuvastatina, diabético em uso de empaglifozina + linagliptina.
Paciente procura o pronto atendimento por queixa de
piora da dispneia há 1 dia, atualmente mMRC 3. Costuma apresentar habitualmente expectoração hialina em
pequena quantidade e nega aumento do volume do catarro agora, mas refere que hoje expectorou secreção
clara com alguns laivos de sangue. Nega dor torácica.
Ao exame físico, paciente encontra-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico, afebril,
lúcido e orientado. Sinais vitais: frequência cardíaca de
115 bpm, frequência respiratória de 26 ipm, PA = 110 x 70
mmHg, SpO2
= 86% em ar ambiente, glicemia capilar de
102 g/dL. Bulhas rítmicas hipofonéticas em 2 tempos sem
sopros, estase jugular 2+/4. Murmúrio vesicular presente,
mas reduzido em ápices, discretos estertores crepitantes
em bases. Abdome globoso, ruídos hidroaéreos presentes, fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, espaço de Traube livre. Presença de edema em membros
inferiores, pulsos presentes e simétricos.
Quanto ao quadro clínico descrito, todas as medidas a
seguir devem ser adotadas nesse momento, EXCETO: