Ao discutir as alterações nos regimentos escolares articuladas à mudança no paradigma avaliativo, Hoffmann
(2001) narra a seguinte situação:
“A supervisora de uma secretaria municipal falou-
-me, antes de uma conferência, sobre o trabalho que
estavam realizando em respeito às diferenças dos alunos nas escolas do município [por meio de regimentos reelaborados e amplamente divulgados]. Durante
a palestra, [...] uma das professoras surpreendeu-me,
pedindo orientações sobre critérios para organização
de turmas por dificuldades, procedimento costumeiro daquelas escolas municipais”. Para a autora, esse
exemplo revela