As modificações que podem ser feitas em uma dieta hospitalar
são tanto quantitativas quanto qualitativas. Os tipos mais comuns
de modificação têm relação com mudança na via de administração, mudanças química e física. Entre as dietas com modificações na textura, há uma indicada para pacientes com risco de
aspiração e/ou dificuldade de mastigação; deglutição; e, odinofagia. Permite repouso digestivo; é indicada para pacientes
com função gastrointestinal moderadamente reduzida, evolução de pós-operatório, dentre outros. Dieta com baixo teor de
fibras. As preparações apresentam consistência espessada, constituída de líquidos e alimentos semissólidos, cujos pedaços se
encontram em emulsão ou suspensão. Trata-se da dieta: