Destinada unicamente à exportação, em função da qual
se organiza e mantém a exploração, tal atividade econômica desenvolveu-se à margem das necessidades próprias da
sociedade brasileira. No alvorecer do século XIX, essa atividade econômica, que se iniciara sob tão brilhantes auspícios
e absorvera durante cem anos o melhor das atenções e dos
esforços do país, já tocava sua ruína final. Os prenúncios
dessa ruína já se faziam aliás sentir para os observadores
menos cegos pela cobiça desde longa data. De meados do
século XVIII em diante, essa atividade econômica, contudo,
não fizera mais que declinar.
(Caio Prado Júnior. Formação do Brasil contemporâneo, 1999. Adaptado.)
A atividade econômica a que o texto se refere está presente
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