Os idosos correspondem a quase 15% da população brasileira. Apesar das estatísticas de aumento da longevidade nos
últimos tempos, eles ainda sofrem preconceito. Em meio às limitações no mercado de trabalho e estereótipos que ditam os
locais, roupas e estilo de vida que devem ser adotados, essa parcela da população tem se mostrado cada vez mais ativa,
revelando como a longevidade pode ser positiva. “A gente já vivenciou tanta coisa, que muitas delas se tornaram assim: o
depois é agora, tem que ser agora. E para a gente decidir isso, realmente temos que ter coragem e segurança, porque os
medos e as inseguranças, nós já tivemos. Agora, o nosso pensamento está mais estável e seguro”, contou a modelo Rosa
Saito em entrevista à CNN. Embora seja positiva para Rosa, a velhice pode chegar junto a apontamentos que definem a
forma como pessoas com mais de 60 anos devem agir. Conforme descrito no Relatório Mundial sobre Idadismo, da
Organização Mundial de Saúde (OMS), o etarismo se refere a “estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos
sentimos) e discriminação (como agimos) direcionadas às pessoas com base na idade que têm”.
[Adaptado] GARCIA, A.; AMARAL, T.; RACIUNAS, C. O que é etarismo e como a discriminação por idade impacta a vida
de idosos.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/o-que-e-etarismo-e-como-a-discriminacao-por-idade-impacta-a-vida-deidosos/. Acesso em: 18 out. 2023