Conforme o ponto de vista da psicologia histórico-cultural a atividade guia dominante na primeira infância
é aquela que não prescinde do papel mediador do
adulto. A exigência desta mediação do adulto decorre
da necessidade de que este possa explicar os traços da
atividade humana objetivada e cristalizada nos objetos
da cultura. Deste modo torna-se possível à criança um
rico desenvolvimento à medida que acessa um acervo,
cada vez mais ampliado pelo adulto, dos elementos que
integram a prática social global. Esta atividade-guia é a