Carla e Pedro, casal brasileiro domiciliado no exterior, iniciam
processo de adoção de uma adolescente no Brasil. A adolescente
G. E. F., pessoa com deficiência neurológica, tem 13 anos e está
em programa de acolhimento institucional desde tenra idade. Sua
genitora é falecida e o genitor é desconhecido. Não há indivíduos
integrantes da família extensa que possam assumir a sua guarda.
Durante o trâmite da ação de adoção proposta, que segue seu
curso adequado e regular, o casal se divorcia; entretanto, mesmo
com a separação, manifestam o desejo de continuar com o
processo de adoção da infante.
Em relação ao caso narrado, é correto afirmar que: